4ª Assembléia Ordinária de 20 MAR 1990

Aos Vinte dias do mês de Março de 1990, às 19:30 horas no escritório da empresa Marco Assessoria Imobiliária Sociedade Civil Limitada, nesta cidade, realizou-se a 4ª. Assembléia Ordinária da "Sociedade Loteamento Colinas do Atibaia", prévia e regularmente convocada, com a presença do Síndico, Sr. Marco Antonio Gonçalves e dos proprietários de gleba que abaixo subscrevem a presente.

De início foi exposto pelo Síndico o seguinte:

a)- Que a reunião do C.T.A. do dia 22.02.1990, deliberou que as guaritas deverão ser entregues, com todo o acabamento, para depois de definido o esquema de segurança, para evitar prejuizos com eventuais roubos;

b)- Que a gleba destacada de 64.000 m2, cujo proprietário é responsável pelo custo de eletrificação na mesma proporção dos m2s em que os 112 lotes compostos do loteamento é dividido, solicita um aumento de potência de KWA igual ao recebido internamente, ou seja, dentro da área. Os lotes com área de 60.000 m2 receberão 15 KWA de energia. O custo apresentado pela empresa de eletrificação é de NCz$ 16.700,00 (Dezesseis Mil e Setecentos Cruzados Novos). O C.T.A. aprovou que a Sociedade contribua com este valor, recebendo do mesmoo equivalente aos 2% que estão depositados na conta corrente da Sociedade, valor este equivalente a NCz$ 6.588,00 (Seis Mil, Quinhentos e Oitenta e Oito Cruzados Novos) ;

c)- Recebidos os orçamentos para reparos e convervação das ruas do loteamento, provou-se a proposta da empresa H. A. M. Terraplanagem no valor de NCz$ 140.000,00 (Cento e Quarenta Mil Cruzados Novos) que deverão ser pagos em 5 (cinco) dias após o término do serviço, com recursos adquiridos das aplicações financeiras.

Com relação aos assuntos acima expostos, decidiu-se o seguinte:

a)- O Síndico cedeu provisoriamente sua casa de caseiro, construida em sua chácara, para acomodar um elemento, que deverá ser funcionário da Sociedade, exercendo a função de fiscalizar 1 (uma) das 3 entradas do loteamento, ficando as demais trancadas com cadeados fornecendo uma chave para cada proprietário somente da entrada da guarita 2 (dois) e guarita 3 (três), visto que teremos apenas uma pessoa para fiscalizar o loteamento todo a cavalo, gentilmente cedido pelo Dr. Afonso Vitule, observando que deveremos estabelecer regras quanto aos horários de acesso dos prestadores de serviço nas glebas, assim como providenciar autorização para essas pessoas;

b)- Quanto ao ítem terraplanagem, deverá ser negociado com a empresa o pagamento do contrato, sendo a metade em Cruzados Novos e a outra metade em Cruzeiros.

A seguir, foi apresentado aos presentes a posição financeira encerrada e, 28/02/1990, bem como posição financeira do dia 18/03/1990 quando apareciam os valores dentro da nova política econômica a saber:

Saldo aplicado em fundo nominativo: Cr$ 190.768,54

Saldo Bloqueado em fundo nominativo: NCz$ 758.993,74

Disponível em conta corrente: Cr$ 3.817,82

Compromissos assumidos até a presente data:

Construtora Vertical: NCz$ 423.396,86

CPFL 2%: Cr$ 280.000,00

H.A.M. Terraplanagem: NCz$ 140.000,00

Luz gleba destacada: NCz$ 16.700,00

Créditos da Sociedade: NCz$ 53.247,72

Recebimentos atrasados guaritas: NCz$ 6.588,00

Recebimento 2% CPFL de ZSOLT TAMAS MAKRAY: NCz$ 64.108,67

Recebimento cota de luz de ZSOLT TAMAS MAKRAY: NCz$ (sem valor declarado na ata - nota do webmaster)

Foi observado que os valores apresentados estão sujeitos a alteração devido as compensações não terem sido executadas por completo.

Ficou definido que a autonomia financeira do C.T.A. continuará em 1.000 B.T.N.s, como preve o Estatuto.

A seguir, levou-se em discussão o convite para aumentar o número de membros do C.T.A., decidindo-se que o número de participantes foi aumentado para 13 (treze) membros assim divididos: 9 membros efetivos e 4 suplentes a saber:

EFETIVOS:

01)- Marco Antonio Gonçalves
02)- José Sílvio de Moraes
03)- Juarez Silveira Sant' Anna
04)- João Carlos Barillari
05)- Renato O. M. Faria
06)- Afonso José Coutinho Dantas
07)- Martin Vay
08)- Rodolfo Freitas e
09)- Antonio Miguel Formigari

SUPLENTES:

01)- Vicente de Paulo M. Almeida
02)- Gerson Luz das Neves
03)- José Antonio Maranho e
04)- Adyr Moura Ferreira.

Em seguida, foi convocado em debate a posição quanto às guaritas, definindo que o pagamento restante, a que a Construtora Vertical tem direito, será liberado em NCz$, com a obrigação da entrega da obra concluída, conforme memorial descritivo, assim que solicitado pela Sociedade, ficando o material de acabamento depositado em poder do Síndico, medianterelação de materiais.

A seguir, discutiu-se a conclusão da rede de luz em função do novo plano econômico, ficando para o empreiteiro negociar o recebimento em cruzeiros com cada um dos proprietários e se necessário convocar uma reunião com o C.T.A. para definição da conclusão da obra.

Foi colocado, à disposição dos proprietários, regulamento para construção da FOSSAS SÉPTICAS e disposições dos EFLUENTES FINAIS, oferecido pelo Sr. Adyr Moura Ferreira, estando à disposição de todos os condôminos no escritório do Sindico.

Sem mais, deu-se por encerrado a Assembléia.

Campinas, 20 de Março de 1990.

Presentes:

Ricardo Hugo e Silva
Antonio Miguel Formigari
Florivaldo Nogueira
João Batista Castelnovo
Marco Antonio Monteiro
Ricardo Valente Magaldi
João Carlos Barillari
Gerson Luz das Neves
Benedito de Camargo Barros
Otávio G. H. Junior
José P. de A. Filho
Laerte Ziggiati
Wilson Sachetto
Aymoré Caldas Souza
Quintana Terraplanagem (Laerte Quintana)
Renato Oliveira M. Faria
Dimas Tadeu Beato
José Calisto de Freitas
Adyr Moura Ferreira
Martin Vay
José Silvio de Moraes
Luciano Portugal G. Bonilha
Dr. Vicente de Paulo Machado Almeida
Edjard Roberto Ratto
José Antonio Maranho
Edio Theodoro Correia
Marco Antonio Gonçalves

Obs: os grifos desta transcrição são nossos, membros do C.T.A. e webmaster da Home Page.